O Armazém das Artes-Fundação Cultural situa-se bem no centro de Alcobaça, no nº 38 da Rua Engenheiro Duarte Pacheco. Tendo sido fundada e dirigida pelo Arquitecto José Aurélio, aquela entidade continua a apresentar uma programação regular ao público que a visita. No fim-de-semana que se aproxima o Armazém das Artes volta a chamar as atenções em Alcobaça, promovendo dois eventos muito interessantes:
Na tarde de sábado, 15 de Setembro, às 17 horas, no Auditório daquela Fundação Cultural, será apresentada uma Conferência sobre Escultura pelo crítico Nuno Crespo e pelo escultor Rui Chafes (com a exposição "Escultura com afectos" quase a terminar no Armazém das Artes, não poderia haver melhor tema para a encerrar senão o da escultura. Com um grande crítico e um grande escultor português, a promessa é a de uma discussão complexa e desafiante sobre a Escultura Contemporânea vista por um criativo e por um critico, num panorama nacional e internacional).
Na tarde de domingo, 16 de Setembro, às 15 horas, o Armazém das Artes promove na sua Sala Grande a homenagem 3 Cartas Brancas a 3 Músicos de Alcobaça (uma cerimónia de celebração em que serão homenageados os músicos Sérgio Carolino, António Rosa e Manuel Campos, responsáveis pelas muitíssimo bem sucedidas 3 Cartas Brancas que aconteceram no Cistermúsica deste ano.
Ambos os eventos são de entrada livre e merecem uma enorme adesão do público alcobacense, num fim-de-semana em que a Cultura andará pelas ruas da cidade. É de ir!
Friday, September 14, 2007
ARMAZÉM DAS ARTES ANIMA FIM-DE-SEMANA ALCOBACENSE COM CONFERÊNCIA SOBRE ESCULTURA E HOMENAGEM A TRÊS MÚSICOS DE ALCOBAÇA
ORQUESTRA GULBENKIAN INTERPRETA CONCERTO PARA VIOLA E ORQUESTRA DE ALEXANDRE DELGADO
Thursday, September 13, 2007
SAXOFÍNIA (INTEGRANDO O ALCOBACENSE MÁRIO MARQUES) ACTUA NO FESTIVAL MÚSICA VIVA 2007
O PROGRAMA DO RABISCUITS 2007 EM ALCOBAÇA
Artes Plásticas(Pelas ruas da cidade) dias 14,15 e 16 de Setembro-1. "Aberração cromática" Vídeo projecção António Lameiras Ribeiro2. "Jardim florido" Instalação Carlos Rodrigues3. "Cadeia de Alcobaças" Instalação Filipa Faustino e Marco Tinta4. "Comotor" Instalação de vídeo Gonçalo Tarquínio5. S/título Ilustração Irina Raimundo6. "Auto retratos" Pintura (em montras) e Performance João Leandro7. "In-paralelos-out" Instalação Luis Plácido Costa8. S/título Joalharia Marcia Neto(Auditório)9. "Inês" Escultura Margarida Gil10. S/título Happening Natacha Costa Pereira (dia 15 às 23:30)11. "!?" Escultura Olga Teixeira e Margarida Gil12. "Aguas" Instalação Rita Pimenta13. "Tour" Fotografia Sónia Moreira14. S/título Instalação Valter Lopes e Joana Rita.
Artes Sonoras(Auditório da Biblioteca): dia l4- "Solo improvisation" Teclado Daniel Bernardes( às 21:30 h.), dia l5- "Loop elation" Guitarras, slide, loops e electrónica Hugo Trindade (às 21:30 h.)
Artes Performativas(Auditório da Biblioteca): dia l4- S/título Performance Ana Trincão ( às 22:30 h.)"Ruido branco sobre boneco azul" Performance Joasé Gil e Israel Costa Pereira(ás 23:45h na Praça 25 de Abril)dial5"Falta", baseado em Sarah Kane Performance Igor Tarquínio e Carina Costa( às 24h na Praça 25 de Abril).
Curtas-Metragens e Documentários(Auditório da Biblioteca) dia l4- "As febras de Jesus" Curta Metragem,13min. Pedro Azevedo Dias ( às 22:55 h.)"Cabo Verde" Documentário, 15min. Pedro Azevedo Dias (às 23:10 h.)dial5"m.l.a.b homedecor" Curta metragem,5min. Lotte Knaepen ( às 23 h.).
Basta aparecer e fruir!
Wednesday, September 12, 2007
EMOLAS E OS AMIGOS ESTÃO DE VOLTA AO ORFEÃO DE LEIRIA/CONSERVATÓRIO DAS ARTES
ENSAIOS GERAIS DE OS MELHORES SKETCHES DOS MONTY PYTHON AJUDAM A ACREDITAR
Pelo preço único de 5 euros poderá assistir-se a um ensaio e ajudar a Acreditar! Podem já comprar-se os bilhetes para os ensaios gerais dos dias 13, 14 e 15 de Setembro, às 22 horas, no Auditório dos Oceanos no Casino Lisboa. E a partir do dia 18 já se sabe, Os Melhores Sketches dos Monty Python estarão em cena no Auditório dos Oceanos no Casino Lisboa, de terça a sábado, às 22 horas, e aos domingos, às 17. Os bilhetes custam 18 e 20 euros e valerá certamente a pena!
Tuesday, September 11, 2007
DOIS WORKSHOPS A TER MUITO EM CONTA DURANTE O RABISCUITS 2007
FRANCES LYNCH E O SEU ELECTRIC VOICE THEATRE EM LISBOA, NO FESTIVAL MÚSICA VIVA 2007
Monday, September 10, 2007
ROCK IN CHIADO CAFÉ APRESENTA SOIRÉ BURLESCA, NO DOMINGO
Lembrando um certo passado nostálgico, dos tempos em que as férias eram férias, com um final normalmente marcado por festas de arromba, é um desses momentos – com sabor retro – que se propõe: uma farra chique, com música, dança, fumo e bebida! Uma soirée das antigas, abrilhantada por vários, com destaque para a participação especial das estrelas americanas do burlesco e do vaudeville: The Glam-O-Rama Girly Show. Em frente ao prato do gramofone, estarão as vedetas nacionais a Boy Named Sue e a dupla Cais Sodré Cabaret. Pretende-se recriar os ambientes do tempo em que os cavalheiros usavam chapéu e as senhoras não dispensavam as luvas. Até o horário condiz com o estilo e o glamour de outras épocas… Por isso o vestuário apropriado para a festa deverá ser marinheiro/garçonette, chulo/corista, ou galã/mulher fatal. A música também é de encomenda, e não andará muito longe dos sons do Mambo Bop ao Yé-yé português, com muito Boogie erótico à mistura! Animem-se, apimpem-se e aperaltem-se, pois vai ser uma festa a valer! Os participantes inscritos no “Pinup Workshop” das Glam-O-Rama Girls, a realizar no dia 17 Setembro no Teatro da Luz, em Carnide, terão direito a entrada gratuita neste sarau elegante, que irá mostrar a Lisboa e ao mundo que aqui temos festas de rentrée que nem em Paris! O Rock in Chiado Café fica em Lisboa, na Rua Paiva de Andrade, e já se sabe que a festa vai das 17 às 24 horas... Os bilhetes custam apenas sete plumas cada um e dão direiro a uma bebida das boas!
3ª EDIÇÃO DA XLPARTY: EM LOURES, NO PRÓXIMO FIM-DE-SEMANA
AUSTRALIANOS FUNCTION DÃO TRÊS CONCERTOS EM PORTUGAL
Sunday, September 09, 2007
10ª EDIÇÃO DO FESTIVAL NACIONAL DE TEATRO DE MARIONETAS NÃO TERÁ APOIO DO MINISTÉRIO DA CULTURA/INSTITUTO DAS ARTES....
"MAS....
Esta edição não tem o Apoio do Ministério da Cultura / Instituto das Artes,
sim é verdade, depois de 9 edições o Festival Nacional de Teatro de Marionetas não recebeu o apoio que foi solicitado no concurso aos apoios pontuais do I.A..
A resposta à candidatura foi a seguinte"...razoavelmente fundamentado e com interesse cultural, mas cuja relevância artística podia ser mais explicita.".
Não conseguimos entender o que quer dizer "razoavelmente fundamentado" e pensamos que chega mesmo a ser ofensivo o final da frase "...mas cuja relevância artística podia ser mais explicita.", visto que se trata sempre de um evento onde a produção nacional é rainha, entendemos, nós, que então se está a sugerir que a produção nacional de teatro de marionetas não tem muita relevância artística!
Sendo assim, convidámos uns amigos mais chegados e cheios de relevância artística e vamos fazer a 10ª edição do Festival Nacional de Marionetas com MUITA RELEVÂNCIA ARTÍSTICA; e a julgar pelos apoios que o festival vai ter este ano foi MUITO FUNDAMENTADO O PROJECTO. Mas é claro que não chega para o que gostávamos de fazer pelo teatro de marionetas em Portugal e por isso as companhias que participam nesta edição são também patrocinadores do projecto, para que o FESTIVAL NACIONAL DE TEATRO DE MARIONETAS NÃO ACABE.
Obrigado a todos por continuarem a acreditar na relevância artística do teatro de marionetas em Portugal"
É verdade: o mesmo Estado socrático (no pior sentido) que esbanjou inutilmente milhões de euros a construir egocêntricos estádios de futebol que continuam maioritariamente às moscas e se prepara para projectos megalómanos como o TGV Lisboa-Porto-Lisboa ou o quimérico Aeroporto da Ota, pensa que quem continua, contra tudo e contra todos, a fazer o "serviço público" de levar a Arte ao povo em Portugal não tem "relevância artística explícita". Algo continua (muito) pôdre no reino de Portugal, não é?
MUSEU DA CIÊNCIA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA APRESENTA UM PROGRAMA ESPECIAL PARA O ECLIPSE SOLAR DE 11 DE SETEMBRO
algumas zonas do Hemisfério Sul. O Museu da Ciência da Universidade de Coimbra vai transmitir esse eclipse solar em directo, com explicações e comentários pelo Professor João Fernandes, do Departamento de Matemática e Observatório Astronómico da Universidade de Coimbra. Para os mais pequenos, vão decorrer ateliers de astronomia durante todo o dia. Junto divulgamos o programa de actividades preparado por aquele museu para esse dia:
11H00 – 14H00 - Transmissão do eclipse parcial no anfiteatro do museu.
12H00 - Palestra sobre eclipses solares pelo Professor João Fernandes, do Departamento de
Matemática e Observatório Astronómico da Universidade de Coimbra.
11H00 – 18H00 - Ateliers para crianças a partir dos 4 anos, relacionados com os temas dos eclipses e da astronomia.
11H00- O que é um eclipse?
Quem tapou o Sol? Vem saber o que acontece durante um eclipse e por que razão ele não se vê em todo o Mundo.
Público-alvo: ≥ 4 anos
11H00- O Meu Sistema Solar
Os planetas serão todos iguais? Com plasticina e outros materiais, vem construir um Sistema Solar, conhecer as diferentes características dos astros e quais as distâncias que os separam do Sol.
Público-alvo: ≥ 4 anos
15H00- Pedro e o Quadrante
Como se orientavam os marinheiros no meio do mar? Vem construir um instrumento de navegação e saber como é que, com o Sol e outras estrelas, os marinheiros não perdiam o Norte.
Público-alvo: ≥ 6 anos
15H00- Que horas são?
Como ver as horas sem relógio? Com um astrolábio, uma bússola e um relógio de Sol, vem
descobrir que horas são.
Público-alvo: ≥ 11 anos
Tudo isto decorrerá em Coimbra, no Laboratório Chimico do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, situado no seu Largo Marquês de Pombal. É giro e permite aprender coisas! Vamos lá!
FESTIVAL MÚSICA VIVA 2007 COMEÇA NA TERÇA-FEIRA, 11 DE SETEMBRO, E TEM ESTE ANO MUITAS VOZES DE ALCOBAÇA
São muitos os pontos de interesse da programação do Festival Música Viva 2007, nele se registando também a participação de várias figuras da música culta nacional com íntimas ligações a Alcobaça. Esse é o caso do saxofonista alcobacense Mário Marques, um dos pilares do quarteto de saxofones Saxofínia, que actuará num dos espectáculos do festival, em 14 de Setembro, no Institut Franco-Portugais, num concerto em que o Saxofínia interpretará composições a si dedicadas por vários compositores portugueses ou residentes em Portugal. Em 15 de Setembro, num concerto da Orquestra Gulbenkian em que a mesma será dirigida pelo maestro Renato Rivolta, no Grande Auditório da Fundação Gulbenkian, será interpretado o Concerto Para Viola e Orquestra de Alexandre Delgado, compositor que é também o actual director artístico do Cistermúsica. O percussionista alcobacense Manuel Campos actuará também no Festival Música Viva 2007, em 21 de Setembro, na Casa da Música, integrando o Remix Ensemble, num concerto em que aquele insigne agrupamento da música culta contemporânea europeia será acompanhado pelo Coro Gulbenkian, interpretando exclusivamente composições do notável compositor português Emmanuel Nunes. Antes desse concerto será lançado no mesmíssimo local un novo e mutio aguardado CD em que o Remix Ensemble interpreta também exclusivamente obras musicais de Emmanuel Nunes.
É claro que, tal como vem sendo habitual, o Nas Faldas da Serra volta este ano a prestar grande atenção a esse marcante evento que continua a ser o Festival Música Viva.
Friday, September 07, 2007
DJ FRANK MAUREL NO FESTIVAL VIDIGUEIRA JOVEM 2007
RODA DE CHORO DE LISBOA NA PRAÇA DO COMÉRCIO, SEM CARROS, NO PRÓXIMO DOMINGO
Os músicos da "Roda" (maioritariamente portugueses) são de diversos estilos musicais mas em comum têm a paixão pelo choro e pelo samba na sua vertente mais tradicional. No dia 9 de Setembro os "malandros" da roda serão: Múcio Sá, bandolim, violão de 6, cavaco, baiano, vive em Lisboa à 12 anos, eclético, participa em projectos de Jazz, MPB, Pop rock e também sua própria música; Nuno Gamboa, violão de 7 cordas (estudou violão e saxofone no Hot Clube de Portugal e Academia de Amadores de Música e já participou em projectos de Pop rock, Jazz blues e MPB); João "Janeca" Nogueira, contrabaixo (amador e autodidacta, toca contrabaixo e violão na área da música do mundo (mpb, fado, música africana e jazz). É Professor Universitário (UNL), Psicólogo, Mestre e Doutor em Ciências da Educação); Alexandre "barriga" Soares, percussão (é carioca, e começou a tocar na Gafieira Estudantina no centro do Rio. Com 26 anos de experiencia está em Portugal há 12 anos e lidera o grupo de percussão Batuquegê, e ainda acompanha diversos artistas de várias áreas musicais); Félix Junior, violão de 7 cordas e cavaco de 5 cordas, músico de Brasilia onde foi professor no conceituado "Clube de Choro de Brasilia". Tocou (e toca) com grandes nomes do choro como Hamilton de Holanda, Jorge Cardoso, etc... Reside em Lisboa desde Maio 2007; Pedro Godinho, violão de 6 cordas e bandolim (músico eclético dentro da lusofonia); Guto Lucena, faluta transversal e saxofone soprano (artista de vários projectos de jazz, tais como o Tora Tora Big Band, entre outros.
Roda de Choro de Lisboa, ao vivo no domingo, 9 de Setembro, às 16 e 30: um espectáculo com muita música e animação, em mais um domingo sem carros na Praça do Comércio! É de ir!
Thursday, September 06, 2007
CLINIC PROMETE ENCERRAR EM GRANDE O SEU FESTIVAL REMEMBER SEPTEMBER, EM 7 DE SETEMBRO
EDIÇÃO DE SETEMBRO DO MAGAZINE MUSICAL DIGITAL BODYSPACE ESTÁ MESMO MUITO INTERESSANTE
"Entrar no mês de Setembro tem, para sempre, aquele cheiro e sabor de quem regressa às aulas. Tem cheiro a lápis e cadernos, sabor a castanhas e a quase Outono. Mas tendo em conta a falsidade deste Verão que ainda corre tudo leva a crer que as surpresas ainda possam ser muitas. Depois das férias, entrar no 9º mês do ano tem aquele sentimento, agora bem real, de entrada nos últimos meses do ano. A esta hora já algumas listas deverão ir a meio, as contas de cabeça começam a ganhar existência física no papel. Uns fazem listas para comprar material escolar e outros alinhavam nomes para os topes do costume.
Depois do reinado dos discos de Verão, é tempo de dar entrada aos discos de meia-estação, pré-Outono. E não falta por aí discos com sentimento semelhante. Os Múm, por exemplo, estão de regresso com um disco que promete ser companhia segura para os próximos tempos. O novo single chama-se, com toda a imprevisibilidade do mundo, They Made Frogs Smoke 'Til They Exploded e já anda por aí. E porque eles são uma das bandas mais incontornáveis do momento, também há disco dos Animal Collective quase a chegar: o sucessor de Fells chama-se Strawberry Jam e ameaça conquistar alguns corações mais ou menos desprevenidos. Também vem aí novo disco de PJ Harvey, do enorme Thurston Moore, Joni Mitchell, Akron/Family, Kanye West e a Aesop Rock, só para mencionar alguns.
Mas se Setembro tiver que rimar com concertos, a rentrée tem algumas ofertas interessantes. Massive Attack e Peeping Tom a 17 no Coliseu de Lisboa e a 18 no Porto, a noite de metal experimental / pós-metal com os Bossk e os Humanfly (ambos do Reino Unido) na Fábrica do Som, no Porto, e, como não, o Festa do Avante!, com um dos melhores cartazes do ano – com bastante facilidade. É rumar até à Quinta da Atalaia e ver a festa da família comunista ao som de Fanfare Cioc?rlia, Cristina Branco, Sam the Kid, Sérgio Godinho, Toumani Diabaté's Symmetric Orchestra, Tito Paris, Jacinta, Chullage, Brigada Victor Jara, Vitorino, Carlos Bica, Janita Salomé, Jim Black, Aldina Duarte, Tora Tora Big Band, Telectu, Brigada Vitor Jara, Carlos Barreto, Raquel Tavares, Matt Pavolka, Couple Coffee Band, entre outros.
Noutros assuntos, mudando completamente de assunto, este é o mês em que dedicamos uma semana à música feita no Brasil. Durante cinco dias fazemos uma viagem ao país irmão no sentido de resgatar do anonimato (uns mais que outros) nomes interessantes da música feita em território brasileiro. A semana terá o cuidado de percorrer vários estilos musicais, diferentes realidades e diversas cidades do Brasil – e não só São Paulo ou o Rio de Janeiro, como é comum por aí. Um destes dias acordamos e o Bodyspace estará vestido de verde, amarelo e azul".
Força Bodyspace! Muita!
Wednesday, September 05, 2007
MESA REDONDA EUROPEAN COMPARATIVE WOMEN'S HISTORY, XX CENTURY, NO INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
TEMPORADA GULBENKIAN DE MÚSICA 2007/2008 INICIA-SE COM DOIS CONCERTOS COM OBRAS DE EMMANUEL NUNES
No sábado, 6 de Outubro, pelas 19 horas, será apresentado o primeiro desses concertos, no Grande Auditório da Fundação Gulbenkian, em Lisboa, em que o Coro Gulbenkian e o Remix Ensemble, sob a direcção do maestro Peter Rundell, interpretarão Circundante Circunstância dos Círculos (1ª audição em Portugal), de Miguel Azguime, e as composições Duktus e Épures du Serpent Vert II, de Emmanuel Nunes, havendo ainda lugar a um Comentário Pré-Concerto, por Miguel Azguime, às 18 horas, no Auditório Três da Fundação Gulbenkian.
No domingo, 7 de Outubro, à mesmíssima hora e no mesmíssimo local, terá lugar o segundo desses concertos, em que o Ensemble Modern, sob a direcção do maestro Frank Ollu, interpretará duas composições de Emmanuel Nunes: Wandlungen e Épures du Serpente Vert IV, esta última em 1º audição absoluta. Esse espectáculo será também precedido de um Comentário Pré-Concerto, da responsabilidade de Jean Marc Chouvel (que falará em francês).
A Temporada Gulbenkian de Música 2007/2008 prepara assim uma autêntica abertura em grande, que, para os alcobacenses como eu, apresenta também a especialíssima virtude de nela participar um dos mais prestigiados instrumentistas alcobacenses da actualidade: Manuel Campos. Num ano em que a programação daquela temporada musical volta a prometer novos momentos de pura fruição musical ao seu público, não posso deixar de aqui fazer particular destaque ao concerto do Ciclo Grandes Orquestras Mundiais que em 29 de Janeiro prestará homenagem a Olivier Messiaen, um dos mais notáveis compositores do século XX, no centenário do seu nascimento, em que SWR Sinfonieorchester Baden-Baden Und Freiburg sob a direcção do maestro Sylvain Cambreling, interpretará uma das mais apaixonantes composições do passado século: a Turangalila-Symphonie de Olivier Messiaen. Bem hajam!
Tuesday, September 04, 2007
ORQUESTRA TÍPICA E CORAL DE ALCOBAÇA ACTUA NA FESTA DO AVANTE
UM APELO URGENTE DO GRUPO DE APOIO AOS ANIMAIS DE VILA FRANCA DE XIRA
"Como muitos já devem de saber, a Direcção Geral de Veterinária decidiu fechar o Abrigo de Vila Franca de Xira. Após inúmeras solicitações por parte de entidades nacionais e estrangeiras à Direcção Geral de Veterinária, conseguiu-se prolongar esse prazo até ao dia 15 de Setembro. Quando se iniciou o trabalho de recuperação do abrigo por parte de um grupo de voluntários, estavam nesse abrigo cerca de 300 cães. Neste momento e após 2 meses de intenso trabalho, encontram-se no abrigo cerca de 40 animais. Tem sido enorme o esforço para melhorar as condições de vida daqueles cães, proporcionar-lhes apoio veterinário, esterilizar as cadelas, realojá-los em familias de acolhimento, temporárias e definitivas. Mas muito trabalho há a fazer até ao dia 15 de Setembro. Continua a haver animais que necessitam de ser esterilizados, de serem vistos por veterinários e a logistica implicada é muito dificil. Quando as energias de quem está a gerir tudo isto se estão a esgotar, gostaríamos de deixar aqui um apelo-
Necessitamos de pessoas voluntárias, com carro, que se disponibilizem para fazer transportes de animais de Vila Franca de Xira para Lisboa nas próximas duas semanas. Pedimos a quem tenha a possibilidade e capacidade de receber um desses animais, seja instituição ou particular, o faça, porque estamos numa corrida contra o tempo. Consultem por favor o site da Felinus http://www.felinus.org/ onde existe um tópico no Fórum que explica o que tem sido um verdadeiro filme de terror".
Seria bom que ninguém ficasse indiferente a esta situação...
Monday, September 03, 2007
UMAR PROMOVE CURSO PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA DE GÉNERO NA ESCOLA E NA FAMÍLIA
ALCANENA APRESENTA EXPOSIÇÃO DE ARTE LUSO-BRASILEIRA
No âmbito do III Intercâmbio Cultural Brasil–Portugal, será inaugurada, na próxima sexta-feira, 7 de Setembro, às 16 horas, na Biblioteca Municipal Dr. Carlos Nunes Ferreira, em Alcanena, uma Exposição de Arte Luso–Brasileira. Seguir-se-á um Porto de Honra e uma Sessão Solene, no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Alcanena, pelas 18 e 30.
SÍTIO DO CEFALÓPODE REABRE ESTA SEMANA
Sunday, September 02, 2007
VISITAS TEMÁTICAS E SEMINÁRIO ANIMAM EXPOSIÇÃO JOAQUIM VIEIRA NATIVIDADE, UMA VIDA COM A CORTIÇA (1899-1965), AINDA PATENTE NO SEIXAL
Friday, August 17, 2007
REGULAMENTO DO PRÉMIO DE REVELAÇÃO ARTÍSTICA D. BENTA DE AGUIAR
Art.º 1.º
OBJECTIVO
O Prémio de Revelação Artística D. Benta de Aguiar (PRADBA), instituído pelo Bazar das Monjas de Coz no dia do seu 3º Aniversário, a 5 de Junho de 2007, pretende contribuir simultaneamente para a descoberta de novos valores no campo das artes e para a divulgação da riqueza cultural e patrimonial existente na Freguesia de Coz, Concelho de Alcobaça, onde pontifica o Mosteiro de Santa Maria de Coz, monumento fundado em 1279 e que no século XVI viria a ser transformado na casa conventual das monjas da Ordem feminina de Cister, situação que se manteve até à extinção das ordens religiosas ocorrida em 1834.
Art.º 2.º
RAZÃO HISTÓRICA
Sobressai na história do Mosteiro de Sta. Maria de Coz o período fulgente de 1530 a 1578, durante o qual as monjas de Coz foram governadas por Dona Benta de Aguiar. Mulher austera, descendente de famílias “antigas e luzidas” com solar em São Paio da Pousada, nas proximidades de Braga, foi nomeada abadessa por mandado de D. João III com apenas vinte e sete anos de idade. Como sustentam os historiadores, D. Benta de Aguiar representa o tipo de monja integrada nos padrões da piedade e da mística conventuais próprios do catolicismo da segunda metade do século XVI. Tal como Teresa de Ávila (1515-1582), também Benta de Aguiar se entregava a frequentes jejuns e outras penitências, cumprindo zelosamente todos os rituais associados à vida conventual. A sua fé e fervorosa devoção ao culto religioso fizeram com que se acumulassem em seu redor os indícios místicos do miraculoso, existindo mesmo alguns registos de milagres por si supostamente realizados. D, Benta atraiu deste modo a atenção do Cardeal D. Henrique que se aproveitava dos seus “sanctos conselhos” e se encomendava às suas orações. Nas vésperas da batalha de Alcácer Quibir, em que D. Sebastião viria a desaparecer, D. Benta de Aguiar terá entre sonhos prenunciado o desastre daR tropas portuguesas: Beati mortui, qui in Domino moriuntur, terá ouvido dizer em sonho, ao que se terá seguido a visão de um “campo alastrado de corpos mortos e despedaçados”. Tendo comunicado tal visão ao Cardeal D. Henrique este terá, segundo os registos históricos, ficado muito “triste e melancolizado”. A abadessa foi sepultada em 1578 no centro do coro monástico onde posteriormente receberia a veneração piedosa das monjas. Do seu epitáfio consta a frase “Benta na Vida e Águia na subida ao Ceo”, palavras que traduzem bem o prestígio e a aura milagrosa que rodeou esta mulher.
Art.º 3.º
MODALIDADES E TEMA
1. O Prémio terá uma periodicidade em princípio trienal e contemplará as modalidades de Ensaio, Texto Literário, Pintura, Desenho, Escultura, Fotografia e Vídeo, podendo cada concorrente apresentar trabalhos em mais do que uma modalidade, respeitando o seguinte número máximo de trabalhos por cada modalidade:
Ensaio: 1 (uma) Obra de carácter científico em língua portuguesa, baseada em investigação própria levada a cabo pelo(s) autor(es) ou em revisão bibliográfica. Deverão ser submetidas três cópias em papel (formato A4) e uma cópia em formato digital editável (MS Word, RTF ou equivalente);
Texto Literário (Romance/Novela/Conto/Teatro/Poesia): 1 (uma) Obra em língua portuguesa, sem limite mínimo ou máximo de caracteres. Deverão ser submetidas três cópias em papel (formato A4) e uma cópia em formato digital editável (MS Word, RTF ou equivalente);
Pintura: 2 (duas) Telas com dimensões máximas de 100 x 120 cm, incluindo suportes ou molduras rígidas;
Desenho: 2 (dois) Desenhos com dimensões máximas de 100 x 120 cm, incluindo suportes ou molduras rígidas;
Escultura: 2 (duas) Peças ou conjuntos escultóricos em qualquer material. Tratando-se de peças individuais nenhuma das dimensões (altura, largura ou profundidade) deverá exceder os 200 cm; tratando-se de conjuntos compostos por várias peças eles deverão obrigatoriamente ser acompanhados de uma memória descritiva contendo as instruções necessárias para a montagem e exibição da obra. Nestes casos nenhuma das dimensões /altura, largura ou comprimento) do conjunto, após montagem, deverá exceder os 250 cm. Poderão ser aceites a concurso memórias descritivas das peças escultóricas, elaboradas nos moldes descritos no Ponto 3 do Artº 5º do presente Regulamento;
Fotografia: 10 (dez) Fotografias no formato 20x30 cm ou A4 (P/B ou cor), com ou sem margem, podendo ser digitais desde que impressas em papel fotográfico adequado; no caso de se tratar de imagens digitais deverão ser enviados, juntamente com as impressões em papel, os ficheiros de imagem correspondentes, preferencialmente em formato PNG, JPEG ou equivalente;
Vídeo: 1 (um) vídeo em formato VHS ou DVD, com duração máxima de 30 minutos. Os vídeos deverão incluir ou ser acompanhados da respectiva ficha técnica indicando, quando aplicável, os nomes da equipa responsável pela sua produção, os agradecimentos devidos a entidades públicas ou privadas, as datas e locais de recolha das imagens, os eventos ou situações em presença,etc.
2. As Obras deverão obrigatoriamente ser alusivas a Coz ou à sua freguesia, ao seu passado histórico ou ao seu presente, sendo liminarmente excluídas de concurso todas as que não respeitarem este tema genérico. Nele são enquadráveis, entre outros, os registos reais ou ficcionados das diversas manifestações culturais, populares e religiosas (ritos e culto do sagrado, festividades, tradições, símbolos, etnografia e património religioso, móvel e edificado) e das singularidades geográficas e patrimoniais próprias da freguesia de Coz do concelho de Alcobaça;
3. As obras apresentadas a concurso deverão ser inéditas e originais e estar identificadas em lugar adequado com pseudónimo do autor ou grupo de autores, não devendo ser assinadas ou, no caso de já estarem assinadas, deverão ter a assinatura tapada. A não observação desta regra implica a desclassificação automática do concorrente, sob proposta do Júri.
4. Serão recusadas todas as obras que não garantam a sua integridade ao longo de todo o processo de avaliação.
Art.º 4.º
CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO
1. Poderão concorrer a este prémio artistas nacionais ou estrangeiros residentes ou não em Portugal. O prémio é individual, podendo contudo ser aceites a concurso obras de carácter colectivo ou realizadas em co-autoria. Para as obras colectivas ou realizadas em co-autoria, caso haja lugar à atribuição de prémios, o valor destes será dividido em partes iguais pelo número de autores envolvido, não havendo desta forma lugar a qualquer distinção entre autores. Para efeitos de publicação e de divulgação dos trabalhos colectivos, deverão os concorrentes indicar no interior do envelope a que se refere o Ponto 2 do Artº 5º qual a ordem de aparecimento dos nomes dos autores individuais envolvidos, sendo que, caso o não façam, essa ordem será a alfabética.
2. A participação no concurso é gratuita, não carece de inscrição prévia e implica a tácita e integral aceitação do estabelecido no presente Regulamento.
Art.º 5.º
SUBMISSÃO DOS TRABALHOS
1. Os trabalhos poderão ser entregues em mão no horário de atendimento ao público do Bazar das Monjas de Coz (Diariamente das 12:30 às 23:00, excepto à 2ª feira), ou enviados por correio registado até ao dia 31 de Dezembro de 2007 (data de carimbo dos CTT), para:
Bazar das Monjas de Coz
Prémio de Revelação Artística D. Benta de Aguiar
R. Prof. José dos Santos Teodoro, 24
2460 – 396 Coz Alcobaça
2. As obras deverão ser entregues conjuntamente com um envelope fechado e identificado no seu exterior com o pseudónimo do(s) autor(es), e contendo no interior os seguintes elementos:
a) Ficha(s) de identificação totalmente preenchida(s), segundo o modelo apresentado no Anexo A do presente Regulamento;
b) Fotocópia(s) do(s) Bilhete de Identidade do(s) autor(es);
c) No caso dos originais das obras de Pintura, Desenho ou Escultura o valor estimado das peças, em euros, para fins de seguro;
3. Relativamente às peças ou conjuntos escultóricos, e caso o seu peso ou dimensões possam de alguma forma dificultar a sua entrega nos moldes estabelecidos para os restantes trabalhos, poderse-ão aceitar em sua substituição, para fins de concurso, memórias descritivas das peças, as quais deverão obrigatoriamente incluir:
a) fotografias a cores das várias perspectivas das peças, com indicação da escala (com recurso a um objecto de dimensões conhecidas) e das dimensões reais envolvidas; se necessário poderão ainda juntar-se desenhos devidamente anotados;
b) informação sobre o tipo de materiais utilizados e cuidados a ter na sua manipulação e conservação;
c) instruções para montagem e exposição das peças ou conjuntos escultóricos (por exemplo orientação de exposição, tipos de apoio, requisitos de luminosidade natural ou artificial);
4. O Bazar das Monjas de Coz declina qualquer responsabilidade pelos eventuais danos que possam ser causados às peças durante a sua expedição e transporte, bem como durante o seu normal manuseamento na fase de avaliação. As peças de Pintura, Escultura e Desenho expostas de acordo com o previsto no Ponto 2 do Artº 9º do presente Regulamento serão objecto de um seguro feito com base na informação prestada pelos concorrentes relativamente ao valor estimado das suas obras (Cf. Alínea d do Ponto 2 do Artº 5º, bem como o Ponto 2 do Artº 9º do presente Regulamento).
Art.º 6.º
Natureza dos Prémios
1. O valor pecuniário total do prémio a atribuir será de 2 800 €, distribuídos da seguinte forma:
1º Classificado - 1500 Euros
2º Classificado - 750 Euros
3º Classificado - 250 Euros
Menções honrosas (no máximo de duas) - 150 Euros cada.
Todos os concorrentes admitidos a concurso terão ainda direito a um Diploma de Participação, devidamente assinado pelos elementos integrantes do Júri.
2. Caso não haja lugar à atribuição de parte ou da totalidade destes prémios, o montante total não atribuído será devolvido à(s) entidade(s) patrocinadora(s) do Prémio segundo a regra da proporcionalidade.
Art.º 7.º
DO JÚRI E SUAS ATRIBUIÇÕES
1. O Prémio será atribuído por um Júri composto por 10 elementos assim designados:
1 representante do Bazar das Monjas de Coz, que presidirá;
1 representante da Junta de Freguesia de Coz;
1 representante da Paróquia de Coz;
1 representante da Confraria do Santíssimo Sacramento da Freguesia de Coz;
1 representante do Agrupamento 522 do Corpo Nacional de Escutas (CNE);
4 artistas consagrados nacional ou internacionalmente nas modalidades artísticas a concurso, naturais ou residentes no Concelho de Alcobaça;
1 crítico de arte nacionalmente reconhecido.
2. Ao Júri caberá:
a) Verificar a conformidade formal e substantiva dos trabalhos com o presente Regulamento;
b) Seleccionar os trabalhos apresentados a concurso;
c) Atribuir os prémios estabelecidos;
d) Seleccionar os trabalhos a expor posteriormente;
e) Elaborar as actas das suas reuniões.
3. O Júri reserva-se o direito de não atribuir os prémios previstos neste regulamento se entender que a qualidade das obras apresentadas a concurso não o justifica ou não se integra na temática pretendida.
4. Aos membros do Júri, aos elementos ligados à organização e aos familiares em primeiro grau dos membros do Júri e dos membros envolvidos na organização, incluindo os membros do Comissariado (cf. Artº 11º), está vedada a possibilidade de concorrerem a este prémio.
5. As deliberações do Júri serão tomadas com base na seguinte metodologia. Numa primeira fase será distribuído a cada elemento do Júri um conjunto de 10 cartões, numerados de 1 a 10, a que correspondem as pontuações a atribuir a cada um dos trabalhos admitidos a concurso. Cada elemento do Júri votará no máximo em 10 trabalhos, não podendo atribuir a mesma classificação a trabalhos diferentes. Numa segunda fase, após a seriação dos candidatos, o Júri deliberará por maioria simples sobre a elegibilidade dos trabalhos mais pontuados ao primeiro e segundo prémios. Não serão elegíveis à obtenção de tais prémios, salvo deliberação expressa do Júri em sentido contrário, tomada por maioria de dois terços ou mais dos seus membros, todos os trabalhos cuja pontuação na primeira fase tenha sido inferior a 30 pontos. Ainda com base na seriação efectuada e por maioria simples, o Júri deliberará sobre a atribuição do terceiro prémio e das menções honrosas previstas neste regulamento.
6. O Júri reunirá, por iniciativa do seu Presidente ou a pedido de qualquer um dos seus memros, as vezes que forem necessárias para chegar ao termo das suas deliberações. O Comissariado do Prémio (Cf. Artº 11º) será informado das reuniões do Júri com uma antecedência mínima de 3 dias úteis, podendo nelas participar ou fazer-se representar, apenas na qualidade de observador. No início das reuniões será designado um Secretário a quem caberá a elaboração da Acta de reunião. As Actas serão obrigatoriamente assinadas por todos os presentes no rinal de cada reunião.
7. A avaliação das peças ou conjuntos escultóricos, caso estas tenham sido submetidas a concurso através das memórias descritivas previstas no Ponto 3 do Artº 5º do presente Regulamento, poderá estar dependente de um exame a realizar pelo Júri às peças originais, as quais deverão ser disponibilizadas por parte do(s) autor(es) durante a fase de avaliação, mediante entrega das mesmas no Bazar das Monjas de Coz, ou através da sua disponibilização para observação directa em qualquer outro local do Concelho de Alcobaça.
8. Os casos omissos no presente regulamento serão resolvidos pelo Júri sob proposta de qualquer um dos seus membros.
9. Das decisões do Júri não haverá recurso.
Art.º 8.º
ANÚNCIO DOS TRABALHOS PREMIADOS E CERIMÓNIA DE ENTREGA DOS PRÉMIOS
O anúncio público das deliberações do Jurí e a respectiva Cerimónia de entrega dos prémios terá lugar em Coz no dia 7 de Junho de 2008, em local e hora a anunciar oportunamente.
Art.º 9.º
DIREITOS DE AUTOR, EXPOSIÇÃO E PUBLICAÇÃO DAS OBRAS
1. Os autores dos trabalhos premiados concedem ao Bazar das Monjas de Coz e à(s) entidade(s) patrocinadora(s) as faculdades de utilização, difusão, distribuição, comunicação pública, exibição e reprodução daquelas para fins promocionais e culturais, devendo incluir sempre o nome do(s) autor(es) dos trabalhos;
2. Após decisão do júri, o Bazar das Monjas de Coz organizará uma exposição pública das obras de Pintura, Desenho, Escultura, Fotografia e Vídeo submetidas a concurso, premiadas ou não, num espaço apropriado localizado na Freguesia de Coz. A exposição será inaugurada no dia 14 de Junho de 2008 e estará patente ao público até ao dia 31 de Julho de 2008. O Bazar das Monjas de Coz fará um seguro correspondente ao valor das peças expostas segundo as indicações nesse sentido expressas pelos seus autores. O valor indicativo de cada obra para efeitos de seguro não deverá ser superior a 250 Euros.
3. Relativamente às obras nos temas de Ensaio e de Texto Literário, o Bazar das Monjas de Coz e a(s) entidade(s) patrocinadoras reservam-se o direito da sua publicitação ou publicação parcial, sempre com referência expressa ao(s) seu(s) autor(es), e designadamente através da Internet.
Art.º 10.º
DEVOLUÇÃO DOS TRABALHOS
As obras, premiadas e não premiadas, serão devolvidas aos respectivos autores, podendo ser levantadas por estes ou seus legais representantes legais entre os dias 1 e 17 de Agosto de 2008. durante o horário de expediente do Bazar das Monjas de Coz. O Bazar das Monjas de Coz não se responsabiliza pelas obras que não forem levantadas dentro deste prazo.
Art.º 11.º
COMISSARIADO
A supervisão e o acompanhamento do processo de atribuição do Prémio serão liderados por uma individualidade independente da organização e de reconhecido mérito público, que para o efeito será designada de “Comissário” do evento. O Comissariado de atribuição do PRADBA zelará pela transparência de todo o processo e pela divulgação dos aspectos relativos ao mesmo que por bem entenda realizar. O Comissário terá acesso a todos os elementos e documentação necessários para levar a cabo a sua função, designadamente as Actas das nreuniões dos membros do Júri.
AZURARA BEACH PARTY EM VIANA DO CASTELO, NO DOMINGO, 26 DE AGOSTO
1ª CONCENTRAÇÃO KAWASAKI NO KARTÓDROMO INTERNACIONAL DE PALMELA
DJ MOTIV 8 DOS BLACK EYED PEAS ENCABEÇA CARTAZ DE SOUND WAVES 2007 NAS PISCINAS DE S. PEDRO DE MOEL
CIÈNCIA VIVA NO VERÃO 2007 INCLUI TRÊS PROGRAMAS NO CONCELHO DE ALCOBAÇA
1.
| Título: | Um Vale Especial (Município de Alcobaça) |
| Data: | 23-08-2007 15:00:00 Inscrição Obrigatória (ainda há 10 vagas) |
| Ponto de encontro: | 14.30 Paços do Concelho - Largo 25 de Abril |
| Localidade: | Alcobaça / Distrito de Leiria |
| Itinerário: | Alcobaça – Chiqueda – Carvalhal de Aljubarrota (percurso pedestre)– Chiqueda – Alcobaça |
| Duração: | 3 h |
| Responsável pela acção: | Sofia Quaresma |
| Descrição: | O vale da Ribeira do Mogo é um ecossistema mediterrânico em bom estado de conservação que surge na continuidade das Serras de Aire e Candeeiros. A acção consiste na descida do vale com sucessivas paragens temáticas. |
| Notas: | Os participantes deverão levar vestuário e calçado confortáveis, protector solar, água e lanche, chapéu e, caso possuam, máquina fotográfica e binóculos. |
| Título: | Intrusos no Litoral de Alcobaça (Município de Alcobaça) |
| Data: | 24-08-2007 9:00:00 (já em lista de espera) |
| Ponto de encontro: | 9.30 h no Largo do cruzeiro na Vila de Pataias. Pataias é atravessada pela Estrada Nacional 242 entre Nazaré e Marinha Grande. Existe, ainda, uma saída para Pataias a partir da auto-estrada A8. |
| Localidade: | Litoral Norte do Concelho de Alcobaça / Distrito de Leiria |
| Itinerário: | Pataias - Praia da Polvoeira - Praia de Paredes da vitória - Praia de Vale Furado. |
| Duração: | 3,5 h |
| Responsável pela acção: | Sofia Quaresma |
| Descrição: | A acção pretende dar a conhecer o património natural do litoral de Alcobaça com uma forte componente na Biodiversidade Vegetal e respectivas ameaças. A acção é simultânea a _Geologia no Litoral de Alcobaça_ |
| Notas: | Os participantes deverão levar vestuário e calçado confortáveis, protector solar, água e lanche, chapéu e, caso possuam, máquina fotográfica e binóculos. Esta acção é conjunta com a acção “Geologia no litoral de Alcobaça” que, obviamente foca outros aspectos do litoral de Alcobaça. Duração total: 3h-4h. |
| Título: | Lagoa de Pataias - a saga continua (Município de Alcobaça) |
| Data: | 28-08-2007 9:00:00 Inscrição Obrigatória(ainda há 15 vagas) |
| Ponto de encontro: | Largo do cruzeiro na Vila de Pataias. Pataias é atravessada pela Estrada Nacional 242 entre Nazaré e Marinha Grande. Existe, ainda, uma saída para Pataias a partir da auto-estrada A8. |
| Localidade: | Pataias / Distrito de Leiria |
| Itinerário: | Pataias: Largo do cruzeiro - Lagoa de Pataias - Largo do cruzeiro. |
| Duração: | 3,5 h |
| Responsável pela acção: | Sofia Quaresma |
| Descrição: | Com a seca de 2005 a lagoa de Pataias desapareceu por completo o que já não sucedia desde 1944: este episódio de seca extrema criou uma oportunidade para uma grande intervenção de remoção de sedimentos e introdução das espécies autóctones de peixes. Uma vez realizadas essas etapas a lagoa melhorou significativamente mas o aparecimento de duas espécies exóticas criarou uma nova fase de grande desiquilíbrio! |
| Notas: | Os participantes deverão levar vestuário e calçado confortáveis, protector solar, água e lanche, chapéu e, caso possuam, máquina fotográfica e binóculos. |
FEIRA DE S. BERNARDO REGRESSA A ALCOBAÇA ENTRE 20 E 26 DE AGOSTO. INFELIZMENTE, COM MAIS DO MESMO...
DJ FRANK MAUREL ACTUA EM BARCELONA, NO KUBIC
WORK&SHOP INAUGURA O MISTÉRIO DA CULTURA/PARTE II
Thursday, August 16, 2007
PRIMEIRÍSSIMA MÃO: PARLATÓRIO CAFÉ COMEMORA ANIVERSÁRIO COM A PRESENÇA DE SÉRGIO GODINHO!
FAZ HOJE 32 ANOS QUE COMÍCIO DO PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS NO PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO DE ALCOBAÇA FOI INTERROMPIDO COM MONUMENTAL TIROTEIO
A noite de sábado, 16 de Agosto de 1975, ficou assinalada em Alcobaça pela realização de um comício do Partido Comunista Português no Pavilhão Gimnodesportivo da (então ainda) vila. Estava-se em pleno “Verão Quente de
Na manhã de sexta-feira, 15 de Agosto, os jornalistas Manuela de Azevedo, Luís de Oliveira Nunes e José Sampaio haviam divulgado publicamente as posições daquele grupo de 30 jornalistas contestatários da direcção editorial do Diário de Notícias, dando a conhecer o abaixo-assinado em que acusavam Luís de Barros e José Saramago de “evidente sectarismo de opinião publicada” e de um “gravoso silêncio” em apoio ao “Documento Correia Jesuíno, que pretende restabelecer a censura à informação em Portugal”. No mesmo dia, em Lisboa, durante um comício do Partido Socialista, o antigo chefe de redacção do diário República, João Gomes, condenou violentamente o governo liderado por Vasco Gonçalves, acusando-o de que ele ficaria “na história como um símbolo de incapacidade, de incompetência e um símbolo do fala-barato: um símbolo da nulidade”. Á mesma hora, também em Lisboa, num comício do Partido Comunista Português no Pavilhão dos Desportos, Álvaro Cunhal acusava “o grupo dirigente do PS” de em vez de se unir “às forças progressistas” se haver voltado “contra as forças revolucionárias, alargando as suas alianças à direita” e convergindo “com as forças mais reaccionárias”. Ainda nessa sexta-feira, e depois de durante um comício do PPD em Bragança, o seu secretário-geral Emídio Guerreiro ter clamado contra a inutilidade da chamada “Campanha de Dinamização Cultural do MFA” naquela região, o mesmo Emídio Guerreiro lançara num comício de Cascais outro contundente ataque ao governo gonçalvista, terminando o seu discurso com o mediático apelo “Basta, companheiro Vasco!”, que se tornaria “a” parangona jornalística nacional do dia seguinte. Em Timor, nesse mesmo dia, a situação política voltaria a agravar-se, tendo-se também sabido que o Comandante da PSP em Díli, Maggiolo Gouveia, abandonara esse posto, aderindo à UDT.
Chegados á noite de sábado, 16 de Agosto de 1975, quase todos os caminhos de Alcobaça iam dar ao seu Pavilhão Gimnodesportivo e ao comício do Partido Comunista Português que registaria a participação de Álvaro Cunhal, que nele iria discursar. O meu já aqui anunciado período de reflexão política pessoal continuava e apesar das minhas já então muito abaladas convicções trotzquistas, não deixei de me deslocar àquele local, para muito democraticamente ouvir o que o meu suposto inimigo estalinista lá iria declarar, ali me deslocando bastante convicto do anti-estalinismo que ainda hoje mantenho… Fui acompanhado pelo meu amigo Tó Filipe e a verdade é que quando lá cheguei e entrei logo vi que aquela festa/comício pouco tinha a ver politicamente comigo. E escrevo festa porque aquilo era isso mesmo, uma festa em que cantos, aclamações e bandeiras vitoriavam o partido mais fracturante da sociedade portuguesa e a sua figura maior, Álvaro Cunhal, que alguns minutos depois vi entrar na sala, com o ar simultaneamente esfíngico e irónico que a História reserva aos seus heróis (e anti-heróis)… O comício começaria poucos minutos depois, com um discurso do senhor Dionísio, anunciado como delegado sindical na Crisal, então a maior unidade industrial do concelho de Alcobaça. Foi precisamente durante esse discurso que o comício foi interrompido por um monumental tiroteio vindo do exterior do pavilhão. Quase mecanicamente, foi montado no seu interior um bem treinado mecanismo de defesa, a cuja organização assisti tão impávido e sereno como aterrorizado pela incerteza do que me esperaria lá fora, ou até se dali conseguiria sair. E a verdade é que esses temores se aprofundaram quando confirmei que muitos dos militantes do PCP ali presentes já estavam então armados dos pés à cabeça, o que me levou a prever um agravamento da situação. A verdade é que o tiroteio foi aumentando e que eu então me desloquei para o sector do pavilhão onde ainda se situava Álvaro Cunhal, tendo mesmo estado a cerca de um metro daquele que eu já então considerava ser um dos principais responsáveis pelo enfraquecimento prático e teórico da esquerda portuguesa. Ali estive durante alguns minutos, ouvindo o aceso tiroteio que se desenrolava lá fora e as pedradas que amiúde batiam nos vidros daquele Pavilhão Gimnodesportivo. Em dado momento viveu-se mesmo o maior susto daquela noite naquele local, quando um estrondoso ruído anunciou a queda de uma das janelas situadas ao alto daquele pavilhão, poucos metros atrás do local onde se encontrava o icónico líder comunista. Certo é que poucos minutos depois deixei de ver Álvaro Cunhal, que seguidamente constou ter conseguido abandonar o local dissimulado numa ambulância. E eu lá continuava, observando e vivendo aqueles marcantes acontecimentos e verificando que, apesar do cerco que lá fora se desenhava e anunciava, a defesa movida pelos militantes do PCP fora entretanto reforçada com outros elementos armados, oriundos da Marinha Grande. Algumas horas depois, após alguns instantes mais violentos e após alguns episódicos abrandamentos, tudo parecia ter acabado, e começámos então a sair muito calmamente do pavilhão e a dirigirmo-nos para casa, verificando que essa nossa saída estava fortemente protegida por dezenas de militares oriundos do RI 7 de Leiria e do RI5 de Caldas da Rainha, que a PSP local chamara em seu apoio. Viam-se também muitos vidros partidos e muitos automóveis danificados, durante esse percurso, embora já não se registassem quaisquer sinais de presença das pessoas que haviam ostensivamente cercado o pavilhão. E confirmei isso dirigindo-me, a pé, do pavilhão até à minha casa, na Avenida João de Deus, passando por locais a essa hora praticamente desertos, como a Praça João de Deus Ramos, a Rua Alexandre Herculano ou a Praça 25 de Abril. Apenas no domingo seguinte confirmei, lendo o Jornal de Notícias, que centenas de pessoas haviam montado aquele cerco ao comício do PCP, tendo mesmo erguido barricadas e fogueiras durante esse seu intento. Soube também por esse jornal que durante aquela confrontação a tiro e à pedrada se haviam registado vinte feridos, quatro dos quais haviam recebido tratamento hospitalar. O que é certo é que a vida continuou a andar em Alcobaça e no resto do país, depois de mais uma noite muito triste para a jovem Democracia portuguesa e que eu lá continuei a minha vidinha e o meu caminho para um futuro que politicamente se afastava cada vez mais de uma esquerda que dia a dia se me mostrava inconsequente em termos de adaptação aos novos tempos que mundialmente despontavam, e que até já pouco tinham a ver com aqueles…
Tuesday, August 14, 2007
DOIS ESPECTÁCULOS DE DANÇA CONTEMPORÂNEA ENCERRAM XV CISTERMÚSICA DURANTE O PRÓXIMO FIM-DE-SEMANA
A Missa Crioula que inspira e sustenta musicalmente esses espectáculos de bailado é a mais reconhecida produção musical do compositor argentino Ariel Ramirez, nascido em 1921. Ariel Ramirez distinguiu-se também como pianista e maestro, tendo composto Missa Crioula em 1964. A Missa Crioula de Ariel Ramirez baseia-se em ritmos tradicionais sul-americanos como a chacarera, o carnavalito e o estilo pampeano, resultado da influência exercida pelo cantor popular Atahualpa Yupanqui na sua música. Liricamente, a Missa Criola de Ariel Ramirez baseia-se no texto castelhano elaborado pela Comisión de las Iglesias de América Latina após o Concílio Vaticano II ter aberto a possibilidade de as missas deixarem de ser obrigatoriamente ministradas em latim. A estreia absoluta da Missa Crioula de Ariel Ramirez registou-se no belíssimo Teatro Colón de Buenos Aires e foi já gravada em disco e interpretada um pouco por todo o mundo, estando entre os seus intérpretes mais conhecidos o próprio Ariel Ramirez, como pianista, o tenor espanhol José Carreras ou a contralto argentina Mercedes Sosa.
Tudo se conjuga para um final perfeito de uma edição do Festival de Música de Alcobaça que certamente deixará (muitas) saudades!
PETIÇÃO CONTRA O DESPEJO DO GRÉMIO LISBONENSE
Por estas e outras razões, estão a ser recolhidas assinaturas, tentando evitar esse potencial primeiro passo para a desagregação de uma instituição centenária lisbonense. O Grémio Lisbonense, fundado em 1842, não pode deixar morrer a sua história nem liquidar o seu futuro. O processo interposto pelo senhorio do prédio onde está sediada a associação, tendo por base um "atentado" perpetrado por uma direcção anterior (1998) numa das salas do Grémio, foi o motor de explosão para uma ordem de despejo.Ordem essa que já correu todas as instâncias jurídicas e sempre contra a manutenção do Grémio Lisbonense neste espaço que agora (ainda) ocupa. Apesar de se reconhecer a gravidade das intervenções efectuadas, a população, os associados e os amigos do Grémio Lisbonense, não podem permitir que este espaço deixe de ter a sua porta aberta, por erros cometidos por uma só direcção, numa associação com 165 anos de existência. Para assinar essa petição pode também usar-se este endereço, que é mais directo: http://www.petitiononline.com/mod_perl/signed.cgi?GREMIO&1 Todos juntos não seremos demais para tentar salvar o Grémio Lisbonense!
