Tuesday, September 25, 2007
ARTISTA DE REPRESENTAÇÃO VISUAL ALCOBACENSE MARCO PIRES APRESENTA DISPLACEMENT MAPS E REBATIMENTO, NO PORTO
A Marco Pires interessa a analogia entre representações cartográficas e pintura, assim como a identificação do erro e da ficção, na representação e interpretação da paisagem, como são definidos por Mark Monmonier no livro “How to lie with maps”, e que preconiza a impossibilidade de chegar á realidade em si. É a partir desta impossibilidade que se torna exequível o processo de mediação artística de Marco Pires.
As suas obras nascem de uma actividade processual de distanciamento que obedece a várias etapas; investigação; selecção de imagens impressas ou digitais cartográficas, nomeadamente cidades com tramas complexas e de natureza ortogonal, levantamentos de terreno natural ou ordenamento de território, em seguida e através da sua intervenção por meios que envolvem a fotografia, a projecção, a elaboração de máscaras e modelos tridimensionais, as imagens sofrem um deslocamento, refutação e descontextualização formal das convenções da disciplina (ex: de escala ou perspectiva). O deslocamento é depois acentuado e efectivado sobre novos suportes como o vidro, o alumínio, o papel, a tela ou impressões fotográficas.
É no momento de intervenção final que os factores de erro e falsidade são mimetizados e adquirem uma conotação de critica para com os sistemas de representação da realidade. O imprevisto na sua actuação reflecte-se e decide a estrutura das obras. É através da acumulação de tinta de densidades e tonalidades variáveis, do rebatimento de planos, da justaposição de estruturas, da incerteza das formas, que a política da imagem se afasta da representação objectiva e deixa de ser paisagem ou apenas abstracção para se tornar num local estratégico de concepção e produção artística. Dilatam-se desta forma as possibilidades de interpretação e tradução de um espaço e do visível.
Na leitura das suas obras denota-se um jogo complexo da relação entre as várias tradições artísticas de representação, a crítica de arte e a utilização do terreno ou desenvolvimento urbano do ponto de vista político-económico.
Os seus trabalhos não só referenciam premissas acerca do espaço físico mas reflectem também princípios de um espaço social (espaço social enquanto espaço de produção de cultura, civilização e constituição do meio ambiente). Conceptualmente e tendo em conta o processo formal de reflexão e descontextualização que sofrem as imagens, é visível uma dimensão de critica politica e social nas suas obras, presente em disciplinas degenerativas da Geografia, nomeadamente a Geopolítica ou a Psicogeografia.
A psicogeografia define-se como o estudo das leis precisas e dos efeitos específicos do ambiente geográfico, organizado conscientemente ou não, sobre as emoções e comportamentos dos indivíduos. É relevante introduzir o conceito de “dérive” enunciado por Guy Debord; numa “dérive" uma ou mais pessoas, durante um certo período de tempo, esquecem os motivos habituais para o movimento ou acção, as suas relações, o seu trabalho, as suas actividades de lazer e deixam-se motivar pelas atracções do terreno e encontros inesperados. A premissa fundamental da deriva é a de que os indivíduos devem explorar o ambiente urbano que os rodeia sem preconceitos impostos e de forma criativa afim de compreender mais conscientemente o espaço que habitam e consequentemente a sua existência. Não se recomenda o auxilio de um mapa na deriva por Displacement Maps". No sábado, 29 de Setembro, às 16 horas, é também inaugurada no Porto, na Sala Poste-Ite (Edifício Artes em Partes/Rua Miguel Bombarda, 457) , também artisticamente dirigida pela Galeria Pedro Oliveira, uma extensão daquela exposição de Marco Pires, intitulada Rebatimento, que ali continuará exposta até 10 de Novembro. O teor artístico dessa outra exposição de Marco Pires é explicado do seguinte modo pela Galeria Pedro Oliveira: "Na Sala Poste-Ite é apresentado Rebatimento #2, que representa uma extensão da exposição simultânea Displacement Maps na Galeria Pedro Oliveira. Esta peça constrói uma síntese do que são os princípios fundadores dos agentes da relação do espaço e da sua representação. O conceito de rebatimento deriva do chamado sistema de dupla projecção ortogonal, invenção de Gaspard Monge no fim do séc. XVIII, que revolucionaria o pensamento moderno de representação do espaço e de objectos na sua relação tridimensional. Em suma, a projecção perpendicular dos objectos no espaço sobre dois planos ortogonais permite o registo das suas coordenadas, após o que a rotação de um plano sobre o outro, tendo como eixo a linha onde estes se cruzam, permite a transcrição bidimensional de um cenário espacial tridimensional. Analogamente e por aproximação ao conceito de Monge, a peça exibida é construída por 9 planos ortogonalmente dispostos e desenhando um ângulo agudo comum com o plano da parede, simulando um movimento de charneira entre si".
Ora aí está então mais uma coisa interessante para fazer no Porto: fruir estas duas exposições de Marco Pires!
SEMINÁRIO TERRITÓRIOS CRIATIVOS E ESPAÇOS CONSTRUÍDOS REALIZA-SE AMANHÃ, EM ÓBIDOS
KARTÓDROMO INTERNACIONAL DE PALMELA COMEMORA 10º ANIVERSÁRIO
Sábado, 29 de Setembro:
• Concentração Clube Mini Portugal – 10 Anos de Existência• Experience Race na Pista do KIP• Corrida dos Campeões KIP (Pódio e Entrega de Prémios)• Taça de Portugal de Perícias (Jantar com Entrega de Prémios)• Convívio Resistência Nocturna de 10 Horas• Pista de Todo-o-Terreno• Pista de Radiomodelismo• Mini-Pista de Karting• Simuladores de Fórmula 1• Visitas Guiadas ao Museu do Vinho• Fogos de Artifício e Largada de Balões
Domingo, 30 de Setembro:
• Final do Convívio Resistência Nocturna de 10 Horas• Pódio e Entrega de Prémios• Concentração Nacional Ferrari (as mais belas máquinas)• Experience Race na Pista do KIP• Corrida da Comunicação Social (Pódio e Entrega de Prémios)• Pista de Todo-o-Terreno• Pista de Radiomodelismo• Mini-Pista de Karting• Simuladores de Fórmula 1• Visitas Guiadas ao Museu do VinhoSábado, 29 de Setembro:
• Concentração Clube Mini Portugal – 10 Anos de Existência• Experience Race na Pista do KIP• Corrida dos Campeões KIP (Pódio e Entrega de Prémios)• Taça de Portugal de Perícias (Jantar com Entrega de Prémios)• Convívio Resistência Nocturna de 10 Horas• Pista de Todo-o-Terreno• Pista de Radiomodelismo• Mini-Pista de Karting• Simuladores de Fórmula 1• Visitas Guiadas ao Museu do Vinho• Fogos de Artifício e Largada de Balões
Domingo, 30 de Setembro:
• Final do Convívio Resistência Nocturna de 10 Horas• Pódio e Entrega de Prémios• Concentração Nacional Ferrari (as mais belas máquinas)• Experience Race na Pista do KIP• Corrida da Comunicação Social (Pódio e Entrega de Prémios)• Pista de Todo-o-Terreno• Pista de Radiomodelismo• Mini-Pista de Karting• Simuladores de Fórmula 1• Visitas Guiadas ao Museu do Vinho.
É de ir e sempre a abrir!
Monday, September 24, 2007
DEOLINDA CANTA NA MUSICBOX EM 29 DE SETEMBRO
IRMÃOS CATITA EMBALAM FESTA DA UVA NO CABARET MAXIME
RODA DE CHORO DE LISBOA VAI ANDAR À SOLTA NO CABARET MAXIME
Sunday, September 23, 2007
BLOGUE DO PORTUGAL PROFUNDO PUBLICA HOJE UMA PERTINENTE POSTAGEM SOBRE O FUTURO DO MOSTEIRO DE ALCOBAÇA
MAR DA PALAVRA LANÇA APRENDER A CRESCER-MANUAL DE FORMAÇÃO CÍVICA, EM LEIRIA
Saturday, September 22, 2007
ESCULTURA COM AFECTOS MUDA-SE DO ARMAZÉM DAS ARTES PARA A SOCIEDADE NACIONAL DE BELAS ARTES
FESTIVAL MÚSICA VIVA 2007 TERMINA, DEIXANDO ÁGUA NA BOCA PARA A PRÓXIMA EDIÇÃO
O concerto de encerramento do Festival Música Viva 2007 terá o seu início às 18 horas, na Sala Suggia da mesmíssima Casa da Música, com um concerto em que actuará a Orquestra Nacional do Porto, sob a direcção do maestro Baldur Brönnimam. Nesse espectáculo serão interpretadas composições de Charles Ives (The Unanswered Question), Igor Stravinsky (Sinfonia Para Instrumentos de Sopro), António Pinho Vargas (Graffiti -Just Forms-) e Jonathan Harvey (Madonna of Winter and Spring), em estreia nacional.
Muitos parabéns, Miguel Azguime, pelo êxito de mais esta edição do Festival Música Viva: até para o ano!
JÁ ESTÁ ON LINE A EDIÇÃO DE SETEMBRO DA ENSINO MAGAZINE
Friday, September 21, 2007
ORQUESTRA DE ALTIFALANTES E PERFORMA ENSEMBLE PROTAGONIZAM UM SÁBADO MUITO ESPECIAL NO FESTIVAL MÚSICA VIVA 2007
IRINA RAIMUNDO APRESENTA OS QUEQUES DANÇANTES E OUTROS EPISÓDIOS SURREAIS, EM CASCAIS
MUSEU DA CIÊNCIA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA ACOLHE SESSÃO DE ENCERRAMENTO DE WORKSHOP COMUNICAR CIÊNCIA
SONS DA MÚSICA, UM NOVO PROGRAMA DA RTP 2, COM A COLABORAÇÃO DA ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA
PACHA DE OFIR ENCERRA TEMPORADA DE VERÃO E COMEMORA 15º ANIVERSÁRIO
Thursday, September 20, 2007
FESTIVAL MÚSICA VIVA 2007 DEDICA UMA NOITE À MÚSICA DE EMMANUEL NUNES. BEM HAJA!
COMPILAÇÃO THIS WILL END IN TEARS VAI SER LANÇADA EM LEIRIA, NO BAR CINEMA PARAÍSO
LIVRARIA ARQUIVO, DE LEIRIA, PROMOVE WORKSHOP DE ESCRITA CRIATIVA PARA GUIÕES DE CINEMA
Wednesday, September 19, 2007
AQUI JAZZ DÁ DOIS CONCERTOS NO PORTO, NO TEATRO HELENA SÁ DA COSTA
DOIS IMPERDÍVEIS RECITAIS DE EDUARDO POLÓNIO E PEDRO CARNEIRO NO FESTIVAL MÚSICA VIVA 2007
Tuesday, September 18, 2007
PRIMEIRA MÃO: GALERIA CONVENTUAL INAUGURA EXPOSIÇÃO DE PINTURA DE ANTÓNIO TRINDADE, NO PRÓXIMO SÁBADO
FIDELIO TRIO ESTREIA-SE EM PORTUGAL EM CONCERTO DO FESTIVAL MÚSICA VIVA 2007
CABARET MAXIME PROMOVE FESTIVAL INTERNACIONAL DO TÁXI
Os eventos inseridos no Festival Internacional do Táxi serão: conjunto Aguarelas, na sexta-feira, 21 de Setembro, e quarteto 4444, no sábado, 22 de Setembro. A abertura de portas será às 22 horas. Os bilhetes custam 10 euros, com oferta de bebida, e nessas noites existirá um preço especial para taxistas: 8 euros, com oferta de 2 bebidas! O Cabaret Maxime situa-se no nº 58 da Praça da Alegria, em Lisboa, e já se sabe que ali não se deixa nada ao acaso... Antes pelo contrário!
Monday, September 17, 2007
FILME DE MANOEL DE OLIVEIRA EXIBIDO NO CINE-TEATRO DE ALCOBAÇA
Segundo as palavras do próprio Manoel de Oliveira, este filme é "Um documentário sobre o PORTO em 2001 era impossível agora, com a cidade em obras, e é cousa que poderei fazer depois. O que, por outro lado, foi bom, porque me proporcionou a oportunidade de evocar o Porto da minha infância, graças a algumas das minhas memórias, as mais simples e as mais ligadas à cidade. Considero o filme um documentário, embora tenha sido obrigado a algumas reconstituições, para que não ficasse reduzido a um álbum de fotografias. Finalmente, trata-se de certas recordações dum tipo de vida e de imagens de uma época passada que, embora relacionadas comigo, não constituem uma auto-biografia".
Já que a entidade organizadora do evento não parece muito interessada em divulgar muito sobre este filme de Manoel de Oliveira, tomo também a liberdade de seguidamente reproduzir um apontamento crítico que Jacques Parsi escreveu sobre Porto da Minha Infância: "Com a liberdade de inspiração e o rigor de escrita que o caracterizam, Manoel regressa à sua cidade natal, a cidade do Porto. Ela já tinha inspirado o seu primeiro filme, Douro, Faina Fluvial, em 1931, e o filme que marca o seu regresso atrás da câmara em 1956, O Pintor e a Cidade. Nestas duas obras, Oliveira havia filmado aquilo que prendia o seu olhar. Em Porto da minha infância, ele escolheu filmar aquilo que já não existe e que só os olhos da memória, os olhos da "sua" memória, podem ainda ver. À imagem daquele primeiro plano onde uma orquestra invisível toca uma música misteriosa.
O Porto da infância, é ainda o Porto de antes do nascimento: uma cidade carregada de história, uma cidade de artistas e pensadores. E como que por um movimento em espiral, o filme desenvolve-se desde as ruínas da casa natal, à cidade do Porto, a toda a sociedade onde se trava a guerra dos sexos, na Europa. O último plano do farol que se abre sobre o infinito do mar e do mundo é a réplica, ou a rima se se quiser, a cores, do primeiro plano do primeiro filme do jovem Oliveira, setenta anos mais cedo... o Porto é também a cidade que viu nascer, depois de 1896, o cinema em Portugal...
Porto da minha infância é o filme de uma procura: fragmentos de lembranças, pegadas, testemunhos, marcas, bandas da actualidade, letras de canções, fotografias. Imagens de identificação por vezes incerta: estes dois homens que olham para a objectiva da câmara serão realmente os poetas Fernando Pessoa e José Régio? E esta mancha cinzenta? Essa sobre a qual a mão do realizador desenhou uma cabana, um pavilhão de jardim, será realmente a garagem onde o ele revelou o negativo do seu primeiro filme? Fumée de fumée, tout est fumée. A vida e a memória esfumaram-se. A voz da memória fala de uma garagem mas nós nunca vemos mais do que uma sombra, um fantasma. O passado é uma palavra em que se deve acreditar.
A casa natal desapareceu, a árvore da forca desapareceu... e as confeitarias, e o Palácio de Cristal, e a prima Guilhermina, o primeiro amor... Por momentos, o filme da memória é tomado pela vertigem. Do camarote dos seus pais, Manoel, adolescente, assiste à opereta Miss Diable. O Manoel que vemos é, com efeito, o seu neto encarregado de o incarnar. Este observa em cena o Manoel que ele será oitenta anos mais tarde, o Manoel que ele é agora detentor do papel de um actor dos anos vinte, Estevão Amarante, que interpreta por sua vez o papel de um ladrão, que rouba o coração de uma mulher...".
Sendo eu tão fã de Manoel de Oliveira que continuo a considerá-lo "o único realizador português", resta-me esperar que aquela sessão seja bem sucedida e que Alcobaça volte brevemente a ver cinema de Manoel de Oliveira. Party seria uma boa solução...
FESTIVAL MÚSICA VIVA 2007 MUDA-SE DURANTE UMA SEMANA PARA O PORTO
ORFEÃO DE LEIRIA/CONSERVATÓRIO DAS ARTES CONTINUA A ENSINAR MÚSICA A PEQUENOS ALUNOS ENTRE OS O E OS 5 ANOS DE IDADE
Estão ainda abertas as inscrições para todas as crianças entre os 0 e os 5 anos que queiram aprender pela música. No início de mais um ano lectivo, o Zero // Cinco, coordenado por
Sunday, September 16, 2007
PIANO PARA TODOS, A PARTIR DOS 3 ANOS DE IDADE, NO ORFEÃO DE LEIRIA/CONSERVATÓRIO DAS ARTES
GIMBA DESBRAVA O ABC DA ESCRITA DE CANÇÕES EM PORTUGUÊS
Gimba convida-vos para uma jornada sónica e cintilante através da escrita de letras na língua melódica de António Gedeão e Quim Barreiros! Nesta jornada assombrosa mergulharemos em sopas-de-letras de profundidades abissais, e iremos desbravar os bosques retóricos onde vive escondida «a última flor do Lácio, inculta e bela» (o Português!). Nessas paragens misteriosas e extasiantes encontraremos os tesouros até agora escondidos à frente do nosso próprio nariz, debaixo da nossa própria língua! Qual experiência psicotrópica, depois do retorno, de volta à Terra, os felizardos compreenderão que nada será como dantes. Nunca mais!
2 a 25 de outubro . terças e quintas
horário : das 19h30 às 21h30 . total de 16 h - 8 sessões de 2h
local : ACT escola de actores
universidade moderna - edificio das artes
travessa da saude , 2A . belém . lisboa
inscrições: 213010168 / 919175069 / 967767512
CONTEÚDO DAS OITO SESSÕES QUE MUDARÃO DEFINITIVAMENTE A PERSPECTIVA AUDIO-SENSORIAL DOS CANDIDATOS NA SUA VISÃO DO PORTUGUÊS CANTADO:
Exercícios líricos livres para desentorpecimento espiritual, e respectiva leitura.
Degustação de sabores (musicais-poéticos) trazidos pela turma. Reunião de opiniões.
Mergulhos no tema quente “O que é cantar em português”.
3ª Sessão
Introdução aos prazeres da rima, ritmo, prosódia, contrastes, e repetições.
Pausa refrescante para escutas variadas e recolha de exemplos.
Zona vermelha! Direcções e erros a evitar. Maus exemplos e antídotos.
4ª Sessão
Périplo por abordagens prioritárias à letra ou à música.
Confecção de melodias sobre palavras já escritas.
Casamento/cópula de letras com música feita. Mais sexo com palavras.
Jogos com títulos, temas, assuntos, e caça às palavras.
Árvores de preguiça e folhas de trabalho.
O conforto dos instrumentos lexicográficos e ferramentas de ajuda.
Combates com palavras. Temperatura, métrica, rima, e quilos de prosódia.
Momento de lazer geral - escutas várias.
7ª Sessão
Grande festim/tertúlia – pago pela escola! – em local a combinar (opcional).
Gimba nasceu em LX, e está na música desde tenra idade, tendo estudado piano com Maria Luísa Eusébio, flauta com Matilde Taveira, e guitarra com Duarte Costa. Mais tarde teve aulas de canto com a Prof. Cristina Castro.
Músico/autor/produtor, começou a compôr e a escrever canções aos 9 anos, e tornou-se profissional, aos 18. Membro fundador dos Afonsinhos do Condado, e padrinho de baptismo dos Xutos & Pontapés, tocou e gravou também com Os Irmãos Catita, em nome próprio a solo, e integrou vários agrupamentos efémeros.
Gravou discos e produziu trabalhos de vários artistas, num leque eclético: José Cid, Mário Laginha, Tim, Vicente da Câmara, entre outros - tendo participado em registos discogáficos de Dino Meira (o grande Dino Meira!), André Sardet, Ena Pá 2000, Quinta Do Bill, e outros nomes. Foi o vencedor do concurso “Grande marcha de Lisboa 2005” com o tema “A Marcha Mais Alegre da Avenida” (escrito em parceria com Miguel Viterbo).
Deu a cara e fez a música para programas de televisão (Pop Off; O Cabaret da Coxa), e também assinou bandas sonoras de programas humorísticos televisivos (“O Programa da Maria”; “Paraíso Filmes”; “O Homem que Mordeu o Cão”; “Boa Noite, Alvim”), e cinema (“O Crime do Padre Amaro”). Na rádio criou a roupagem musical de “Há Vida em Markl” (programa de Nuno Markl) e da “Prova Oral” (de Fernando Alvim), tendo também feito múltiplas canções e músicas para teatro, e publicidade.
Amante da escrita, fundou e dirigiu o semanário A Folha da Avenida, escreveu crónicas para o Blitz, e foi também cronista semanal no defunto jornal A Capital.
Estudioso compulsivo das vicissitudes do português na escrita de canções, os seus objectivos passam pela redução radical do uso do inglês na música portuguesa, e por ser agraciado com a respectiva me®dalha de mérito cultural!
Saturday, September 15, 2007
FAZER BARULHO... POR DARFUR! DOMINGO À TARDE, EM LISBOA
CRÍTICAS (PUBLICADAS NA RÁDIO CISTER) AOS CONCERTOS DE CARTA BRANCA AOS TRÊS INSTRUMENTISTAS HOMENAGEADOS PELO ARMAZÉM DAS ARTES NO CISTERMÚSICA
O primeiro desses apontamentos críticos foi publicado na página da Rádio Cister na Internet, em 19 de Junho, descrevendo o seguinte: “O tubista alcobacense Sérgio Carolino, o quarteto de saxofones Saxofínia, o vibrafonista Jeffery Davis e o pianista e compositor Mico Nissim potenciaram no passado sábado um dos mais convincentes e arrebatadores concertos de sempre
O segundo desses apontamentos críticos foi publicado na página da Rádio Cister na Internet em 1 de Julho de 2007, utilizando os seguintes termos: “Este fim-de-semana do XV Cistermúsica ficou assinalado pelo regresso do festival ao sempre acolhedor palco do Mosteiro de Cós e por mais uma das Cartas Brancas que a sua programação deste ano conferiu a notabilizados instrumentistas do concelho de Alcobaça. Coube desta vez essa sorte ao clarinetista vestiariense António Rosa, cujo concerto terá sido o que até agora menos público recebeu durante esta edição do Festival de Música de Alcobaça. Junto a António Rosa esteve em palco o pianista António Oliveira, que ali confirmou plenamente as qualidades interpretativas que anteriormente lhe havíamos reconhecido aquando da gravação do excelente CD de estreia do Projecto XXI, que ambos protagonizam. Contudo, o centro das atenções deste espectáculo era precisamente António Rosa, cuja presença em palco confirmou também as virtualidades e o virtuosismo de um clarinetista cuja carreira tem sido marcada por uma sensatez interpretativa digna do melhor registo. Pessoalmente, penso apenas que a programação escolhida por António Rosa para esta sua Carta Branca terá pecado por alguma falta de risco no que respeita à sua selecção, em que a exemplo do seu recente disco o peso da música culta contemporânea poderia ter sido maior…
Neste concerto achámos essencialmente bem conseguidas as interpretações de Plural III de Fernando C. Lapa e das Três Peças Para Clarinete Solo de Igor Stravinsky, embora os seus momentos mais marcantes se tivessem registado na enleante interpretação dos Cinco Prelúdios de Dança de Witold Lutoslawski, fazendo pela primeira vez inteira justiça a esse relevante compositor polaco durante a História do festival. Uma vibrante ovação do público no final do concerto recebeu em troca um refinadíssimo encore
O terceiro desses apontamentos críticos foi publicado na página da Rádio Cister na Internet em 9 de Julho, nele se escrevendo o seguinte: “O intelectivo percussionista Manuel Campos encerrou notavelmente o ciclo de Cartas Brancas a prestigiados instrumentistas alcobacenses integrado na programação do XV Cistermúsica. Fê-lo fazendo História no Cine-Teatro de Alcobaça, seleccionando um peculiar e arrojado serão musical em que (14 anos depois do Miso Ensemble) pela segunda vez durante as quinze edições do festival esse programa foi integralmente preenchido com música culta contemporânea. O concerto iniciou-se em grande estilo, com a feliz e copiosa interpretação de uma completiva Efémera de Luís Carvalho, em que se revelou também fulcral a escolha do clarinetista Nuno Pinto para actuar neste concerto. Seguiu-se a raríssima oportunidade de o público português fruir a notável obra do compositor húngaro György Kurtág, ainda mais relevada pelo facto de Manuel Campos ter escolhido duas suas poéticas composições especificamente concebidas para interpretação nesse característico e complexo instrumento que é o cimbalão, tendo-se Manuel Campos também nesse âmbito exibido de modo exemplar. A primeira parte do concerto seria concluída com uma das (ainda) mais edificantes interpretações deste concerto, com Manuel Campos a maravilhar e seduzir na surpreendente e aliciante Le Grand Jeu, de Bruno Mantovani, para congas e electrónica ao vivo, risco muito bem conseguido em estreia nacional neste espectáculo. A segunda parte do concerto iniciou-se com outro excelente momento, a interpretação de Gestos, composição encomendada pelo XV Cistermúsica a Nuno Corte-Real, uma muito meritória peça em que um seguríssimo Manuel Campos se fez acompanhar pelo violoncelista Marco Pereira, que evidenciou qualidades raras nesse instrumento a nível nacional. Seis anos depois de a ter também irrepreensivelmente interpretado no mesmíssimo palco, Manuel Campos voltou a fazer render a plateia (muito bem preenchida para um concerto deste género) do nosso Cine-Teatro numa indefectível interpretação da sensível Variations on a Japanese Children’s Songs, da japonesa Keiko Abe. Já com o público praticamente a seus pés, Manuel Campos encerrou este seu concerto com uma inexcedível e espectacular interpretação (recebida com alguns bravos!) da inexcedível e espectacular Rebonds B, de Iannis Xenakis, coroando de modo superior esta sua histórica e admirável estreia no Cistermúsica".
Friday, September 14, 2007
ARMAZÉM DAS ARTES ANIMA FIM-DE-SEMANA ALCOBACENSE COM CONFERÊNCIA SOBRE ESCULTURA E HOMENAGEM A TRÊS MÚSICOS DE ALCOBAÇA
O Armazém das Artes-Fundação Cultural situa-se bem no centro de Alcobaça, no nº 38 da Rua Engenheiro Duarte Pacheco. Tendo sido fundada e dirigida pelo Arquitecto José Aurélio, aquela entidade continua a apresentar uma programação regular ao público que a visita. No fim-de-semana que se aproxima o Armazém das Artes volta a chamar as atenções em Alcobaça, promovendo dois eventos muito interessantes:
Na tarde de sábado, 15 de Setembro, às 17 horas, no Auditório daquela Fundação Cultural, será apresentada uma Conferência sobre Escultura pelo crítico Nuno Crespo e pelo escultor Rui Chafes (com a exposição "Escultura com afectos" quase a terminar no Armazém das Artes, não poderia haver melhor tema para a encerrar senão o da escultura. Com um grande crítico e um grande escultor português, a promessa é a de uma discussão complexa e desafiante sobre a Escultura Contemporânea vista por um criativo e por um critico, num panorama nacional e internacional).
Na tarde de domingo, 16 de Setembro, às 15 horas, o Armazém das Artes promove na sua Sala Grande a homenagem 3 Cartas Brancas a 3 Músicos de Alcobaça (uma cerimónia de celebração em que serão homenageados os músicos Sérgio Carolino, António Rosa e Manuel Campos, responsáveis pelas muitíssimo bem sucedidas 3 Cartas Brancas que aconteceram no Cistermúsica deste ano.
Ambos os eventos são de entrada livre e merecem uma enorme adesão do público alcobacense, num fim-de-semana em que a Cultura andará pelas ruas da cidade. É de ir!
ORQUESTRA GULBENKIAN INTERPRETA CONCERTO PARA VIOLA E ORQUESTRA DE ALEXANDRE DELGADO
Thursday, September 13, 2007
SAXOFÍNIA (INTEGRANDO O ALCOBACENSE MÁRIO MARQUES) ACTUA NO FESTIVAL MÚSICA VIVA 2007
O PROGRAMA DO RABISCUITS 2007 EM ALCOBAÇA
Artes Plásticas(Pelas ruas da cidade) dias 14,15 e 16 de Setembro-1. "Aberração cromática" Vídeo projecção António Lameiras Ribeiro2. "Jardim florido" Instalação Carlos Rodrigues3. "Cadeia de Alcobaças" Instalação Filipa Faustino e Marco Tinta4. "Comotor" Instalação de vídeo Gonçalo Tarquínio5. S/título Ilustração Irina Raimundo6. "Auto retratos" Pintura (em montras) e Performance João Leandro7. "In-paralelos-out" Instalação Luis Plácido Costa8. S/título Joalharia Marcia Neto(Auditório)9. "Inês" Escultura Margarida Gil10. S/título Happening Natacha Costa Pereira (dia 15 às 23:30)11. "!?" Escultura Olga Teixeira e Margarida Gil12. "Aguas" Instalação Rita Pimenta13. "Tour" Fotografia Sónia Moreira14. S/título Instalação Valter Lopes e Joana Rita.
Artes Sonoras(Auditório da Biblioteca): dia l4- "Solo improvisation" Teclado Daniel Bernardes( às 21:30 h.), dia l5- "Loop elation" Guitarras, slide, loops e electrónica Hugo Trindade (às 21:30 h.)
Artes Performativas(Auditório da Biblioteca): dia l4- S/título Performance Ana Trincão ( às 22:30 h.)"Ruido branco sobre boneco azul" Performance Joasé Gil e Israel Costa Pereira(ás 23:45h na Praça 25 de Abril)dial5"Falta", baseado em Sarah Kane Performance Igor Tarquínio e Carina Costa( às 24h na Praça 25 de Abril).
Curtas-Metragens e Documentários(Auditório da Biblioteca) dia l4- "As febras de Jesus" Curta Metragem,13min. Pedro Azevedo Dias ( às 22:55 h.)"Cabo Verde" Documentário, 15min. Pedro Azevedo Dias (às 23:10 h.)dial5"m.l.a.b homedecor" Curta metragem,5min. Lotte Knaepen ( às 23 h.).
Basta aparecer e fruir!
Wednesday, September 12, 2007
EMOLAS E OS AMIGOS ESTÃO DE VOLTA AO ORFEÃO DE LEIRIA/CONSERVATÓRIO DAS ARTES
ENSAIOS GERAIS DE OS MELHORES SKETCHES DOS MONTY PYTHON AJUDAM A ACREDITAR
Pelo preço único de 5 euros poderá assistir-se a um ensaio e ajudar a Acreditar! Podem já comprar-se os bilhetes para os ensaios gerais dos dias 13, 14 e 15 de Setembro, às 22 horas, no Auditório dos Oceanos no Casino Lisboa. E a partir do dia 18 já se sabe, Os Melhores Sketches dos Monty Python estarão em cena no Auditório dos Oceanos no Casino Lisboa, de terça a sábado, às 22 horas, e aos domingos, às 17. Os bilhetes custam 18 e 20 euros e valerá certamente a pena!
Tuesday, September 11, 2007
DOIS WORKSHOPS A TER MUITO EM CONTA DURANTE O RABISCUITS 2007
FRANCES LYNCH E O SEU ELECTRIC VOICE THEATRE EM LISBOA, NO FESTIVAL MÚSICA VIVA 2007
Monday, September 10, 2007
ROCK IN CHIADO CAFÉ APRESENTA SOIRÉ BURLESCA, NO DOMINGO
Lembrando um certo passado nostálgico, dos tempos em que as férias eram férias, com um final normalmente marcado por festas de arromba, é um desses momentos – com sabor retro – que se propõe: uma farra chique, com música, dança, fumo e bebida! Uma soirée das antigas, abrilhantada por vários, com destaque para a participação especial das estrelas americanas do burlesco e do vaudeville: The Glam-O-Rama Girly Show. Em frente ao prato do gramofone, estarão as vedetas nacionais a Boy Named Sue e a dupla Cais Sodré Cabaret. Pretende-se recriar os ambientes do tempo em que os cavalheiros usavam chapéu e as senhoras não dispensavam as luvas. Até o horário condiz com o estilo e o glamour de outras épocas… Por isso o vestuário apropriado para a festa deverá ser marinheiro/garçonette, chulo/corista, ou galã/mulher fatal. A música também é de encomenda, e não andará muito longe dos sons do Mambo Bop ao Yé-yé português, com muito Boogie erótico à mistura! Animem-se, apimpem-se e aperaltem-se, pois vai ser uma festa a valer! Os participantes inscritos no “Pinup Workshop” das Glam-O-Rama Girls, a realizar no dia 17 Setembro no Teatro da Luz, em Carnide, terão direito a entrada gratuita neste sarau elegante, que irá mostrar a Lisboa e ao mundo que aqui temos festas de rentrée que nem em Paris! O Rock in Chiado Café fica em Lisboa, na Rua Paiva de Andrade, e já se sabe que a festa vai das 17 às 24 horas... Os bilhetes custam apenas sete plumas cada um e dão direiro a uma bebida das boas!
3ª EDIÇÃO DA XLPARTY: EM LOURES, NO PRÓXIMO FIM-DE-SEMANA
AUSTRALIANOS FUNCTION DÃO TRÊS CONCERTOS EM PORTUGAL
Sunday, September 09, 2007
10ª EDIÇÃO DO FESTIVAL NACIONAL DE TEATRO DE MARIONETAS NÃO TERÁ APOIO DO MINISTÉRIO DA CULTURA/INSTITUTO DAS ARTES....
"MAS....
Esta edição não tem o Apoio do Ministério da Cultura / Instituto das Artes,
sim é verdade, depois de 9 edições o Festival Nacional de Teatro de Marionetas não recebeu o apoio que foi solicitado no concurso aos apoios pontuais do I.A..
A resposta à candidatura foi a seguinte"...razoavelmente fundamentado e com interesse cultural, mas cuja relevância artística podia ser mais explicita.".
Não conseguimos entender o que quer dizer "razoavelmente fundamentado" e pensamos que chega mesmo a ser ofensivo o final da frase "...mas cuja relevância artística podia ser mais explicita.", visto que se trata sempre de um evento onde a produção nacional é rainha, entendemos, nós, que então se está a sugerir que a produção nacional de teatro de marionetas não tem muita relevância artística!
Sendo assim, convidámos uns amigos mais chegados e cheios de relevância artística e vamos fazer a 10ª edição do Festival Nacional de Marionetas com MUITA RELEVÂNCIA ARTÍSTICA; e a julgar pelos apoios que o festival vai ter este ano foi MUITO FUNDAMENTADO O PROJECTO. Mas é claro que não chega para o que gostávamos de fazer pelo teatro de marionetas em Portugal e por isso as companhias que participam nesta edição são também patrocinadores do projecto, para que o FESTIVAL NACIONAL DE TEATRO DE MARIONETAS NÃO ACABE.
Obrigado a todos por continuarem a acreditar na relevância artística do teatro de marionetas em Portugal"
É verdade: o mesmo Estado socrático (no pior sentido) que esbanjou inutilmente milhões de euros a construir egocêntricos estádios de futebol que continuam maioritariamente às moscas e se prepara para projectos megalómanos como o TGV Lisboa-Porto-Lisboa ou o quimérico Aeroporto da Ota, pensa que quem continua, contra tudo e contra todos, a fazer o "serviço público" de levar a Arte ao povo em Portugal não tem "relevância artística explícita". Algo continua (muito) pôdre no reino de Portugal, não é?
MUSEU DA CIÊNCIA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA APRESENTA UM PROGRAMA ESPECIAL PARA O ECLIPSE SOLAR DE 11 DE SETEMBRO
algumas zonas do Hemisfério Sul. O Museu da Ciência da Universidade de Coimbra vai transmitir esse eclipse solar em directo, com explicações e comentários pelo Professor João Fernandes, do Departamento de Matemática e Observatório Astronómico da Universidade de Coimbra. Para os mais pequenos, vão decorrer ateliers de astronomia durante todo o dia. Junto divulgamos o programa de actividades preparado por aquele museu para esse dia:
11H00 – 14H00 - Transmissão do eclipse parcial no anfiteatro do museu.
12H00 - Palestra sobre eclipses solares pelo Professor João Fernandes, do Departamento de
Matemática e Observatório Astronómico da Universidade de Coimbra.
11H00 – 18H00 - Ateliers para crianças a partir dos 4 anos, relacionados com os temas dos eclipses e da astronomia.
11H00- O que é um eclipse?
Quem tapou o Sol? Vem saber o que acontece durante um eclipse e por que razão ele não se vê em todo o Mundo.
Público-alvo: ≥ 4 anos
11H00- O Meu Sistema Solar
Os planetas serão todos iguais? Com plasticina e outros materiais, vem construir um Sistema Solar, conhecer as diferentes características dos astros e quais as distâncias que os separam do Sol.
Público-alvo: ≥ 4 anos
15H00- Pedro e o Quadrante
Como se orientavam os marinheiros no meio do mar? Vem construir um instrumento de navegação e saber como é que, com o Sol e outras estrelas, os marinheiros não perdiam o Norte.
Público-alvo: ≥ 6 anos
15H00- Que horas são?
Como ver as horas sem relógio? Com um astrolábio, uma bússola e um relógio de Sol, vem
descobrir que horas são.
Público-alvo: ≥ 11 anos
Tudo isto decorrerá em Coimbra, no Laboratório Chimico do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, situado no seu Largo Marquês de Pombal. É giro e permite aprender coisas! Vamos lá!
FESTIVAL MÚSICA VIVA 2007 COMEÇA NA TERÇA-FEIRA, 11 DE SETEMBRO, E TEM ESTE ANO MUITAS VOZES DE ALCOBAÇA
São muitos os pontos de interesse da programação do Festival Música Viva 2007, nele se registando também a participação de várias figuras da música culta nacional com íntimas ligações a Alcobaça. Esse é o caso do saxofonista alcobacense Mário Marques, um dos pilares do quarteto de saxofones Saxofínia, que actuará num dos espectáculos do festival, em 14 de Setembro, no Institut Franco-Portugais, num concerto em que o Saxofínia interpretará composições a si dedicadas por vários compositores portugueses ou residentes em Portugal. Em 15 de Setembro, num concerto da Orquestra Gulbenkian em que a mesma será dirigida pelo maestro Renato Rivolta, no Grande Auditório da Fundação Gulbenkian, será interpretado o Concerto Para Viola e Orquestra de Alexandre Delgado, compositor que é também o actual director artístico do Cistermúsica. O percussionista alcobacense Manuel Campos actuará também no Festival Música Viva 2007, em 21 de Setembro, na Casa da Música, integrando o Remix Ensemble, num concerto em que aquele insigne agrupamento da música culta contemporânea europeia será acompanhado pelo Coro Gulbenkian, interpretando exclusivamente composições do notável compositor português Emmanuel Nunes. Antes desse concerto será lançado no mesmíssimo local un novo e mutio aguardado CD em que o Remix Ensemble interpreta também exclusivamente obras musicais de Emmanuel Nunes.
É claro que, tal como vem sendo habitual, o Nas Faldas da Serra volta este ano a prestar grande atenção a esse marcante evento que continua a ser o Festival Música Viva.