No dia em que oo jovens promotores do Movimento Sim.Alcobaça organizam uma sessão de Conversa e Concertos Pelo Sim a 3 de Fevereiro, não posso deixar de aqui divulgar o testemunho que particular e pessoalmente recebi de um dos jovens que mais admiro. É um testemunho pelo voto SIM, que penso revelar uma extraordinária consciência sobre o que estará em causa, não só até à data do referendo, mas também no posterior relacionamento da sociedade portuguesa com o seu resultado.
Disse-me então esse jovem estudante universitário: "Não se trata apenas de votar SIM e pronto. Defendo a publicidade e a informação antes e após o referendo. Estando nós na -Idade da informação- não seria íntegro que a partir dos resultados do referendo, o aborto seja despenalizado ou não e -não se fala mais nisso-. Tem de haver a prossecução do objectivo, baseada na informação. Posso estar a dizer a maior das baboseiras, mas é o que penso. O meu voto vai para o SIM".
São testemunhos como o deste jovem que tanto admiro que me continuam a dar força e empenho para continuar a fazer campanha pelo voto SIM no referendo que em 11 de Fevereiro chamará os portugueses a decidir sobre a possibilidade de Despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez no nosso país. Tendo sempre noção de que não poderemos faltar com o nosso voto SIM naquele dia e que depois disso não deveremos admitir que muitos tentem de novo colocar a questão debaixo do tapete. Força pelo SIM!
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2 comments:
Amigo
Vejo que isto anda um pouco desarrumado mas não encontro outro meio para lhe agradecer a publicação do poema de José Saramago (ignorava completamente: 1. Quem era José Saramago
2. Que tivesse sido ele o autor)
que eu nos idos anos de 1969 a 1971 mais os meus camaradas militares na Guiné tanto cantámos ao som da minha viola: ai que saudades do sim...
Em pleno mar alto a caminho da Guiné um grupo de soldados cantavam isto e mais coisas, claro.
Por razões de um comentário a propósito da reforma do Catroga interrompi o comentário por não recordar o poema.
No Google lancei a pesquisa e foi parar ao seu blog que muito agradeço e que em algumas coisas me alegrou mas em outras também me deixou triste e preocupado.
Na altura na Guiné publicámos um pequeno Jornal e só saiu um exemplar porque o comandante Diogo Neto o proibiu.
Se estiver interessado diga.
Resta dizer que também sou casado, 3 filhos e 1 neto.
Cumprimentos cordiais
JCM
Amigo
Vejo que isto anda um pouco desarrumado mas não encontro outro meio para lhe agradecer a publicação do poema de José Saramago (ignorava completamente: 1. Quem era José Saramago
2. Que tivesse sido ele o autor)
que eu nos idos anos de 1969 a 1971 mais os meus camaradas militares na Guiné tanto cantámos ao som da minha viola: ai que saudades do sim...
Em pleno mar alto a caminho da Guiné um grupo de soldados cantavam isto e mais coisas, claro.
Por razões de um comentário a propósito da reforma do Catroga interrompi o comentário por não recordar o poema.
No Google lancei a pesquisa e foi parar ao seu blog que muito agradeço e que em algumas coisas me alegrou mas em outras também me deixou triste e preocupado.
Na altura na Guiné publicámos um pequeno Jornal e só saiu um exemplar porque o comandante Diogo Neto o proibiu.
Se estiver interessado diga.
Resta dizer que também sou casado, 3 filhos e 1 neto.
Cumprimentos cordiais
JCM
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